Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.
     
O homem é assim o árbitro constante de sua própria sorte. Ele pode aliviar o seu suplício ou prolongá-lo indefinidamente. Sua felicidade ou sua desgraça dependem da sua vontade de fazer o bem.
     
Os espíritos protetores nos ajudam com os seus conselhos, através da voz da consciência, que fazem falar em nosso íntimo - mas como nem sempre lhes damos a necessária importância, oferecem-nos outros mais diretos, servindo-se das pessoas que nos cercam.
     
Os homens semeiam na terra o que colherão na vida espiritual: os frutos da sua coragem ou da sua fraqueza.
     
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.
     
O mal que me fazem não me faz mal. O mal que me faz mal é o mal que eu faço porque me torna mal.
     
Nossos enganos poderemos resgatá-los hoje, amanhã ou mais tarde, sempre é tempo de fazê-lo.
     
Necessário é que se reformem as instituições humanas. Isso depende da educação. Não da educação que faz homens instruídos, mas daquela que forma homens de bem.
     
A essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros
     
A maior virtude da busca espiritual: a paciência.