Qual é o vão existente entre o amor e a ilusão, a felicidade e a alegria, a tristeza e a dor, o poder e a glória, o conhecimento e a sabedoria? Não se pode traçar certezas, quando somos limitados por nosso próprio ser. Abre-se um vácuo, surge uma lacuna entre a verdade que nos tormenta, como se os destinos nos proporcionem sentimentos de realização, talvez monótono, momentâneo ou permanente. Tudo, exatamente tudo, independe das normas estabelecidas. Somos fracos, ao mesmo tempo que nos sentimos imensamente fortes. Sofremos as pequenas perdas, como se estivéssemos dissipando peças de nossos quebra-cabeças. Não somos jogos, nem tão pouco fantoches da felicidade alheia. Estamos dotados de sentimentos, de personalidades distintas, a qual cada uma coincide com as situações adequadas. Então, como definir ou estabelecer uma certeza equívoca, se o humano, o planeta, o sistema, o universo, o espaço estão em mutualização? Qual é a verdade? O que encontra-se próximo do justo? Será o Deus que criou o homem, ou o homem, que evidenciou a existência de Deus? Porque duvidar do estabelecido então... Quem sabe pra não alienar-me á meias verdades, meias mentiras. Talvez uma dádiva da dúvida! Julien Karine Da Rosa Hoff
Pois ilusões, são meras entradas ao nosso dia-a-dia, que custamos nos acostumar com elas, agora desejos... Humm, este sempre nos pega de surpresa, nos pega sem nos avisar, apenas nos venda os olhos e nos faz escravos dele! Doces desejos meus amigo... Doces e mera ilusões! Shirley Alves