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Amor Indígena

Na noite escura
De preto céu
De estrelas foscas
De cinzento véu

Sinto a areia
Tão molhada
Tão úmida

Tudo calmo
Ninguém ali, ninguém lá
Lua nua

Vejo uma sombra
Que foge
Asas pesadas
Voam
Seus batimentos
Ressoam
Tão triste noite vazia

Pergunto a lua:
Por que tão preto céu?
Por que a noite nua?
Por que a areia molhada, úmida?

A esperança fugiu
Meu amor voou
Minha vida passou
E eu não parei de pensar

Óh, índia
Que foge dos meus olhos
Que não consegui te achar
Vem pra mim
Se torne meu sonho sem fim.
Amor Indígena
Na noite escura
De preto céu
De estrelas foscas
De cinzento véu

Sinto a areia
Tão molhada
Tão úmida

Tudo calmo
Ninguém ali, ninguém lá
Lua nua

Vejo uma sombra
Que foge
Asas pesadas
Voam
Seus batimentos
Ressoam
Tão triste noite vazia

Pergunto a lua:
Por que tão preto céu?
Por que a noite nua?
Por que a areia molhada, úmida?

A esperança fugiu
Meu amor voou
Minha vida passou
E eu não parei de pensar

Óh, índia
Que foge dos meus olhos
Que não consegui te achar
Vem pra mim
Se torne meu sonho sem fim.
Glauber Vilvert da Silva

Glauber Vilvert da Silva

 
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